A VISÃO MEDIEVAL DA MULHER
AS MULHERES MEDIEVAIS por Marcelo Santana, quinta, 25 de agosto de 2011 às 22:56
A vida das mulheres medievais não era fácil. De acordo com a classe social a que pertenciam suas funções variavam. Nas classes mais altas, as mulheres tomavam conhecimento em política, economia e até em disputas territoriais. As mulheres dos senhores feudais eram responsáveis pela organização do castelo; supervisionavam tudo, desde a cozinha até a confecção de vestimentas. Elas tinham que saber como preservar a carne e alimentos e também coordenavam todos os empregados. Além disso, tinham que estar preparadas para defender o castelo na ausência de seu marido. As camponesas trabalhavam junto com seus maridos nas terras do senhor feudal e, além disso, ainda tinham que cuidar dos afazeres domésticos.
As mulheres não tinham muitas opções: ou se casavam, ou iam para os conventos. Entretanto, o convento não era para qualquer uma, e sim, para uma minoria da alta classe que tinha que pagar uma taxa bastante cara para se tornar uma freira. A maioria porém, estava destinada ao casamento e a uma vida submissa ao marido. As meninas eram educadas somente para este fim: serem boas esposas.
O casamento era arranjado pelo pai quando sua filha ainda era criança. A mulher era como uma propriedade, usada para obter vantagens. Os casamentos geralmente visavam o aumento de terras. Nas classes sociais mais altas, as meninas eram casadas com a idade de oito anos. A mulher era objeto de seu marido, devendo a este obediência e fidelidade. Dirigia-se a ele com formas de tratamento respeitosas como "meu amo e senhor". Era permitida a agressão física a mulheres quando o marido achasse que ela o havia desobedecido e as histórias de mulheres que sofriam agressões eram contadas nas vilas em tom humorístico. As agresões não podiam causar a morte nem incomodar os vizinhos, entretanto, em caso de adultério flagrante, o marido tinha o direito até mesmo de matar a própria esposa. A lei não poderia intervir em nada.
O homem que espanca a mulher, que a estupra e que a mata, na verdade, afora as questões associadas as psicopatias, esta entranhado dentro dele muitos dos conceitos medievais.
Pensamentos medievais e ridiculos como os abaixo serviram de norte para caça as bruxas e comportamentos doentios de milhões e milhões de homens ao longo da história: "Tu deverias usar sempre o luto, estar coberta de andrajos e mergulhada na penitência, a fim de compensar a culpa de ter trazido a perdição ao gênero humano... Mulher, tu és a porta do Diabo." (Quinto Tertuliano, escritor cristão, século III); "Dentre as incontáveis armadilhas que o nosso inimigo ardiloso armou através de todas as colinas e planícies do mundo, a pior é aquela que quase ninguém pode evitar: é a mulher, funesta cepa de desgraça, muda de todos os vícios, que engendrou no mundo inteiro os mais numerosos escândalos." (Marborde, monge de Angers, século Xl); "Pois a Natureza pretende fazer sempre sua obra perfeita e acabada: mas se a matéria não é própria para isso, ela faz o mais próximo do perfeito que pode. Então, se a matéria para isso não é bastante própria e conveniente para formar o filho, faz com ela uma fêmea, que é um macho mutilado e imperfeito." (Laurent Joubert, conselheiro e médico inglês, século XVII).
VIVA A LIBERDADE!VIVA A DEMOCRACIA! VIVA A MARIA DA PENHA!
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AINDA TEM MUITO HOMEM QUE PENSA DE FORMA MEDIEVAL..A IGREJA PRESTOU UM DESERVIÇO A HUMANIDADE, FORAM SECULOS DE OPRESSÃO, IGNORANCIA E ESTUPIDEZ...UMA PERDA IRREPARÁVEL PARA A HUMANIDADE. JÁ PESNOU SE A SANTA IGRAJA CATÓLICA INDENIZASSE A SOCIEDADE PELAS SUAS ASNEIRAS NO PASSADO?
SERIA A FALÊNCIA DO VATICANO E TODAS AS OUTRAS ESPALHADAS POR AI....
PROFESSOR LUIS HENRIQUE
vale apena acrescentar também que os homossexuais foram perseguidos pela Igreja naquela época e muitos morreram em nome do criostianismo...
LUIZ CARLOS TOSCANO
vILLAS
As pesquisas comprovam que existem ainda muito homens medievais, resultado disso são homens que abandonam seus filhos na barriga de mulheres, aumentado cada vez o número de mulheres que assumem sozinhas a criação dos filhos. Elas lutam contra a solidão, traumas emocionais e as inseguranças. Nós mulheres não perdemos a força e a vontade de ter uma família feliz, e afinal coragem e amor de mãe são essenciais para e existência humana.
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